Design Thinking
Vamos publicar uma série de posts de uma das maiores autoridades brasileiras em Desing Thinking, Flávio Mesquita da Silva -
O DESIGN DO VIVER: UMA ABORDAGEM HOLÍSTICA SISTÊMICA
- por Flavio Mesquita da Silva*:
“Que tipo de mundo queremos para nós?” muitos indivíduos e organizações têm-se perguntado. E a resposta tem sido, invariavelmente, “melhor que agora, sim!” Mas como fazê-lo? Como construir esse novo mundo com as mesmas ferramentas com as quais fizemos o “velho” se complicar? A resposta, então, seria “não dá!”
A essência é a qualidade
O problema não está nas ferramentas, mas sim no valor atribuído às mesmas. Todo dia reinventamos a pólvora, mas não atentamos para a forma com que nos relacionamos com o processo pelo qual a pólvora é reinventada. Ou seja, o viver não é reinventado, mas sim repetido, enfadonhamente, a serviço de um modelo de mundo no qual valorizamos conteúdos e resultados em detrimento de uma qualidade de vida que nos conduza a um bem-estar real e duradouro.
Em outras palavras, separamos elementos que só têm significado real em nossas vidas se postos juntos e em contexto.
No meu entender, o conteúdo em um processo é a matéria-prima com a qual realizaremos nosso sonho, enquanto o seu resultado é simplesmente o detalhe final de uma jornada que começou numa idéia, num anseio. E, geralmente, não
nos damos conta disso!
Não vamos perder de vista nossos sonhos
Em outros momentos, nos perdemos em elucubrações, que nos fazem andar às cegas, fascinados pela sensação de uma suposta transcendência, que nunca acontece. Ao nos permitirmos ao devaneio, perdemos de vista nosso sonho, e tentamos não assumir responsabilidade pela jornada que, em um dado momento, nos determinamos a cumprir. Em ambos os casos, negligenciamos a beleza de vivenciarmos toda a caminhada que pode nos trazer, sobretudo, informação e experiência de qualidade.














